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Antonio Fernando Navarro, Professor
Antonio Fernando Navarro
Comentário · há 3 anos
Como bem o dito, as Forças Armadas efetivamente são uma força, que sob o "comando" da presidência da república poderão agir conforme esse comando, mas não para praticar a intervenção militar como ocorre em países próximos e que insistem em dizer que não há ditadura. A ditadura não é algo que ocorra somente na América do Sul, ou na América Latina. O que efetivamente nos preocupa a todos é o mal uso de agremiações, associações ou sindicatos, que sob a égide de uma bandeira, que não é a brasileira, invadem terras, esbulham bens de outros brasileiros, enfim, intimidam ou tentam intimidar. As ações das polícias militares são mais incisivas do que as das forças armadas. Estamos atravessando mais um pesadelo, que faz parte de um ciclo que nunca se encerra, onde classes político-econômica-sociais, encasteladas sob a égide de alguma norma ou o que o valha, entendem que "podem fazer o que quiserem", e "que se dane o povo brasileiro". As urnas silenciosamente disseram isso. Uma parcela do povo também se manifestou à respeito. O que temos e o que devemos entender que TODOS temos direitos e obrigações, e que a Justiça, para ser justa, deve tratar desigualmente os desiguais, cada qual com sua pena, e que essa deve ser efetivamente cumprida. Por que o professor pode ser advertido, suspenso ou demitido se se expressa em sala de aula, dentro de um tema pertinente ao conteúdo de sua matéria? Por que um simples mortal pode vir até a ser preso se vier a expressar suas angústias ou raivas? Não me esqueço que uma mulher, sem posses, e com filhos famintos furtou de um supermercado uma latinha de manteiga e foi em cana. Se não me esqueço ficou mais de seis meses presa e somente foi solta pela ajuda de pessoas que se condoeram com sua prisão. Motivo: queria alimentar os filhos. Quanto ao mais, basta ler as manchetes diárias dos jornais ou assistir à televisão para que se entenda que para outras pessoas, basta um "chilique" televisivo que sai da cadeia, basta um pequeno tempo para que o liberem, basta que diga o que sabe que talvez não cumpra um décimo do tempo determinado em Lei. A tal métrica possibilita muitas coisas. Se quisermos mudar, teremos que aprender a respeitar os outros, antes de qualquer coisa, e entender que nosso direito vai até onde começa o direito do outro. E viva a tal democracia, que, infelizmente, não mais é o governo do povo, pelo povo e para o povo.
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